Muitas vezes, preciso calar,
Não ver, não falar, não ouvir,
Como uma cega, surda e muda.
Viajo para dentro da minha alma,
Vago pela conta do meu destino,
Dói-me muito, fico a refletir...
Fiz assim e perdi o respeito por mim,
Não entendi os avisos, as pistas,
O que a minha alma sempre me segredou.
Não sou deusa, preciso me ouvir,
Comando tudo se falar com tudo,
E deixar que me falem asneiras.
Ouço-me, vejo-me, escuto-me,
Sinto meu ser evoluir, progredir,
Ajo com emoção e razão, com a alma.
Participo da iniciativa da amiga Marta Vinhais

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