Muitas vezes, preciso calar,
Não ver, não falar, não ouvir,
Como uma cega, surda e muda.
Viajo para dentro da minha alma,
Vago pela conta do meu destino,
Dói-me muito, fico a refletir...
Fiz assim e perdi o respeito por mim,
Não entendi os avisos, as pistas,
O que a minha alma sempre me segredou.
Não sou deusa, preciso me ouvir,
Comando tudo se falar com tudo,
E deixar que me falem asneiras.
Ouço-me, vejo-me, escuto-me,
Sinto meu ser evoluir, progredir,
Ajo com emoção e razão, com a alma.
Participo da iniciativa da amiga Marta Vinhais

Muito lindo nos permitir ouvir -nos ,deixar até a alma falar! Bela participação! beijos, lindo dia, chica
ResponderExcluirQuerida amiga que bom que você não me abandona nos meus pesares, tão doídos. Devo-lhe tanto e recebo tanto afeto teu! Sei que Deus continua a lhe presentear com mais uma primavera e continuará sempre a, presenteá-la com buquês e buquês, pois és afeto, és fidelidade, és compaixão, generosidade e alegria sempre compartilhada que espalhas nessa blogosfera. Sua foto mostra bem esse seu rosto resoluto de quem já sabe e faz destemidamente, assim como diz tua poesia perfeita. Gosto do seu jeito novo de comentar: fixa-se na palavra chave e manda ver, sem mais delongas, mas ainda tenho saudades dos do jeito passado. Parabéns pelo seu niver e sei que festejaste com muito gosto. A mim, cabe-me as desculpas pelo atraso. Perrengues borbulham por aqui! Um grande e apertado abraço!
ResponderExcluirAdorei cada palavra... A alma tem que falar...
ResponderExcluirBeijos e abraços
Marta