segunda-feira, 27 de julho de 2026

Com a Alma

 


Muitas vezes, preciso calar,

Não ver, não falar,  não ouvir,

Como uma cega, surda e muda. 


Viajo para dentro da minha alma,

Vago pela conta do meu destino,

Dói-me muito, fico a refletir...


Fiz assim e perdi o respeito por mim,

Não  entendi os avisos,  as pistas, 

O que a minha alma sempre me segredou. 


Não sou deusa, preciso me ouvir,

Comando tudo se falar com tudo,

E deixar que me falem asneiras. 


Ouço-me, vejo-me, escuto-me,

Sinto meu ser evoluir, progredir, 

Ajo com emoção e razão,  com a alma. 


Participo da iniciativa da amiga Marta Vinhais 














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