Deito-me na relva,
Lá fora tem guerra fria,
Eu primo pela hegemonia,
Fujo da desarmoniosa selva.
Reflito em minha vida,
Penso muito como é querida,
Mesmo ferida, não desprezo além.
Em meu viver, digo constante amém.
Medito nas indiferenças,
Imagino as futuras bonanças,
Contemplo a imensidão do lugar,
Preciso pôr meu coração a descansar.
Pauso todos meus escritos,
Por ora urge a reflexão atenta,
A vida segue seu curso desatenta
Aos meus percursos bem demorados.
Levito estando na natureza,
Ela me dá frescor e leveza.
Gosto de estar sozinha, plena,
Sem demagogia, bem serena.
È preciso um bom repouso,
Fico bem atenta ao meu pouso.
Curto a meditação do meu eu,
Aprecio toda forma de jubileu.
Aposento cansaço e doenças,
Não gosto de ser estranhezas.
Prefiro um longo descanso,
Ficar relaxada no remanso.
Conscientizo-me e ao meu ser,
Pacifico-me sem me entristecer.
Relaxo-me numa boa posição,
Primo pela minha disposição.
Como é bom me deleitar feliz,
no âmago cheio de sensatez.
Como é bom descansar a raiz
do meu tronco com lucidez.
Como é bom relaxar a tez,
aliviar meu ser não infeliz.
Como é bom não ter aridez,
ser plenificada até na cútis.
Como é bom não ter altivez,
não ficar no estado de atriz.
Como é bom acalmar a escassez,
aliviar o morrer por um triz.
Participo da iniciativa da amiga Ginebra
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Roselia, exuberante participação com as três imagens e poesias. Ficou muito linda!
ResponderExcluirAdorei! beijos, ótimo fds! chica
Es increíble cómo meditar nos puede llevar a ese estado de semiconsciencia, donde todo lo vemos desde otro plano. Una poesía que nos transmite calma, querida Roselia.
ResponderExcluirBesos y un buen fin de semana.
É incrível como a meditação pode nos levar a esse estado de semiconsciência, onde vemos tudo de uma perspectiva diferente. Um poema que nos traz paz, querida Roselia.
ExcluirBeijos e tenha um ótimo fim de semana.