Ando pela areia,
vejo arabescos tecidos valiosos.
Não visualizo sinais tão formosos
Como as rendeiras
na grande magia,
trabalhando na alegria.
Os contornos são perfeitos,
o Criador é o maior dos perito.
Artesão do mundo inteiro
não saberia ofertar
algo belo e passageiro,
no tempo certo de pisar.
Ósculos rendados,
artes em bordados,
faz bem aos olhos contemplativos,
admirar o cenário
de tanta perfeição,
em estado de evolução.
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Muito linda tua poesia e a frase falou tudo!O desamor e muito feio! Obrigadao! Beijos,boa noite! Chica
ResponderExcluirBom dia , amiga Roselia . E quantos amores sacripantas nos deparamos poi aí. E, pior, a vítima teima em "não enxergar" E a vida vai levando . É, cada um faz sua escolha. Faz tempo que não vejo o mar . Saudades de caminhar na areia da praia . Abraços .
ResponderExcluirBoa tarde Amiga Rosélia,
ResponderExcluirLindíssima fotografia do mar daí!
O poema é belo também.
Adorei.
A sua frase ficou excelente.
Beijinhos e continuação de santo Tempo Pascal.
Emília
Quando olho para o mar assim, penso no logo do Deus que tudo fez.
ResponderExcluirBelo poema e que os sacripantas não turvem nosso olhar.
Bjs e paz com feliz fim de semana.