quarta-feira, 8 de abril de 2026

Mar Sagrado


 


Ando pela areia, 
vejo arabescos tecidos valiosos.
Não visualizo sinais tão formosos
Como as rendeiras
na grande magia,
trabalhando na alegria.

Os contornos são perfeitos,
o Criador é o maior dos perito.
Artesão do mundo inteiro
não saberia ofertar 
algo belo e passageiro,
no tempo certo de pisar.

Ósculos rendados,
artes em bordados,
faz bem aos olhos contemplativos,
admirar o cenário
de tanta perfeição,
em estado de evolução.





Uma iniciativa da amiga Chica

O desamor é indigno, insalubre, desumano, sacripanta.




4 comentários:

  1. Muito linda tua poesia e a frase falou tudo!O desamor e muito feio! Obrigadao! Beijos,boa noite! Chica

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  2. Bom dia , amiga Roselia . E quantos amores sacripantas nos deparamos poi aí. E, pior, a vítima teima em "não enxergar" E a vida vai levando . É, cada um faz sua escolha. Faz tempo que não vejo o mar . Saudades de caminhar na areia da praia . Abraços .

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  3. Boa tarde Amiga Rosélia,
    Lindíssima fotografia do mar daí!
    O poema é belo também.
    Adorei.
    A sua frase ficou excelente.
    Beijinhos e continuação de santo Tempo Pascal.
    Emília

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  4. Quando olho para o mar assim, penso no logo do Deus que tudo fez.
    Belo poema e que os sacripantas não turvem nosso olhar.
    Bjs e paz com feliz fim de semana.

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