O mar dizia coisas, porque entre o dizer e o fazer, há no meio o mar...
A mim, ele me fala de plenitude, de imensidão, de Deus a nos brindar com sua Criação, de amor infinito, de belezas majestosas e de muito mais.
A cada dia, ele me restaura, me enche de ternura e afeto desmedido. Ele é exemplo vivo de que devo ser ilimitada, nada pode ser pequeno do que faça, do que sinta, seria empobrecer o Criador.
Amar grande, mesmo sem ser amada, perdoar grande, mesmo sem ser perdoada.
Assim ensina o mar, falando no seu silêncio, só quebrado pelas marolas e vagas gigantes:
Mesmo não valorizada, aja como se todos lhe dessem importância, esteja... seja... plena.