quinta-feira, 23 de julho de 2026

Festival de Inverno








 Vamos brincar com a Chica 

Festival de Inverno é momento surungo.




segunda-feira, 13 de julho de 2026

Mar Sagrado Lindo



Se você quer construir um navio, ensine às pessoas o anseio pelo mar.
(Saint Exupéry) 

Participando da iniciativa da querida Mercedes





Marolas douradas pelo sol,

Brincam com o sagrado mar
Tão lindo o mar!

Praia calma, águas azuis,
Gaivotas voando, contrastando,
Tão lindo o mar!

Cabelos soltos ao vento,
Mechas no ombro a balançar,
Tão lindo o mar!

Ondas batem nas pedras,
Em arabescos artísticos 
Tão lindo o mar!

Olhos perdidos no mar, 
Também no coração,
Tão lindo o mar!

Sólo tiene que aparecer la palabra “playa” dentro del relato, poesía teatro que escribáis.

Só tem que aparecer a palavra Praia dentro do relato, poesia, teatro, que escreveis.


Obrigada, querida Mercedes

Participaram os amigos:













Um dia na Serra

 






Num final de semana especial, estou no meu momento de acatar a inspiração.
O cenário é  muito belo e aconchegante, motivo pelo qual eu o valorizo sempre que por aqui estou.
A região serrana do meu Estado muito me atrai.
Tudo contribui para a serenidade da minha alma. 
Sentada em minha escrivaninha, dou asas à imaginação que flui de forma plena, me fazendo cócegas na alma,  um turbilhão de poemas invade meu ser.
Depois de tanto escrever, corro à cozinha, preciso degustar algo e agradar meu paladar ansioso por um doce sem conter muita serotonina.  Ainda tenho muito a escrever e näo posso me descuidar do bom senso. 
Por sorte, havia, na fruteira,  deliciosas e suculentas mexericas.
Näo hesitei...
Abstive-me do álcool. Deixei a tentação do licor de anendoim de lado. O amarula ficou de escanteio. 
Voltei ao meu eu interior, meu local onde descanso as ideias poéticas e literárias.
Após encerrar meu dia de escritos, voltei-me para minha opção aqui no quase inverno bem friozinho da serra.
Pego minhas agulhas de tricô,  a lã da vez e continuo com meus sapatinhos bem quentinhos.
Afinal,  nem só de leituras e escritos vive uma professora e escritora amadora. 

Participo da iniciativa das amigas Patricia e Rosana. 













Lixo Emocional



META





"Quando respeitamos o tempo das marés,  entendemos que até  o tempo das águas é preciso para um novo avanço."


la basura de una persona es el tesoro de la otra.



O lixo de uma pessoa é o tesouro de outra.


Participando da iniciativa da amiga Dafne



O herdeiro de um lixo emocional

Pode ter um tesouro à resiliência.


Abrir a mente, clarear as sombras,

Construir as mazelas tendenciosas.


O ego muito cheio de entulhos

Suja a psiquê, tesouro da alma.


As virtudes precisam prevalecer,

A riqueza da alma, sempre polir.


Nossos monturos de asperezas

Fazem sofrer aos circundantes.


Valor imenso é resistir firme,

Galgar alturas impressionantes.


Remover e transformar escórias

Psíquicas é  trabalho de ascese.


Seremos ricos em valores incautos,

Não em teorias, nem pressupostos.


Mistério cósmico no ar vivemos,

Urge valorizar a positividade.


🙏🙏🙏



Futebol é  o único esporte que permite empate...







No Mar da Indiferença









Participo da iniciativa da amiga Campirela 



Sinto o peso da inutilidade,
Sou uma mulher da bondade. 

Näo  me entrego à indiferença, 
Prefiro esperar pela bonança.

É  cruel ser desprezada, anulada
Ao destino da invisibilidade, amuada. 

Ofegante, a lamúria, o pesar, a dor 
Invade o âmago no sofrido desamor. 















O Poder da Mãe Gaia












"Se queres saber donde está teu coração,  olha aonde tua mente se vai quando  passeia."


(Assista no youtube, por gentileza)


Participo da iniciativa da amiga Mônica.


Contemplação


Contemplo meu entorno, 

Percebo todo o contorno.

Meu coração se expande

De amor por onde eu ande.


Meu ser se extasia feliz, 

Como a mim me condiz.

As maravilhas de cada dia

Inebriam-me, pura alegria. 


Observo tudo com carinho,

Eu saio do lugar de fininho. 

Näo espanto nada, admirar 

A natureza, devo bem amar.


Fico atenta às  surpresas, 

Sâo inúmeras delicadezas. 

O Criador sempre me prende, 

Minha mente, à Teia, se rende. 


Os verdes nas ervas campais

São testemunhos näo banais.

Toda a Gaia é fecunda demais,

Restaura meu eu, ela me refaz.


Queres saber donde está meu 💚?

Olhe por onde minha mente passeia todo dia...



Muito obrigada, querida Mônica



Conversa Afiada

 



Participo da iniciativa da amiga Tracy





Logo que acorda, lá vem ela... faminta, preparar seu desjejum...

Todo dia faz tudo igual, eu sofro muito com a quentura de uma das minhas bocas.

Digo para ela para ir devagar, me acender no fogo baixo... ela, às vezes, põe assim, mas, em outras, põe no forte  para fazer logo seu café e ver a fumaça fumegando que adora e lhe desperta.

Tem dias que me abandona por completo.

Eu lhe digo:

- Ei, não vai me acender?

Ela nem me responde, pega a cafeteira e me deixa esquecido. Entendo que sou apenas um velho fogão, ela prefere sua cafeteira mais nova que seu filho lhe deu.

Olha para mim e ainda tem a coragem de falar-me olhando de soslaio:

- Vou fazer um café quentinho na minha nova máquina que é muito mais rápido.

Fico tão triste que a xícara me olha e se compadece me dizendo:

- Não fique triste, fogão, eu também sou trocada todo dia, ela escolhe a que lhe dá vontade, me deixa de escanteio... uma vez ou outra me pega para saborear seu café.

O pires, por sua vez, fica indignado, contesta imediatamente:

- Eu não sou  usado sempre, quando tem pressa, ela pega só a xícara na mão me deixando no vácuo. Sou usado quando bem entende.

O cesto do pão, todo vaidoso por ser bonito, mas triste por não ser quase usado, vai logo se posicionando:

- Vocês reclamam de barriga cheia, eu só sou usado uma vez por semana, ela prefere tapioca com queijo... uma barbaridade como me rejeita.

Bem, vamos nos juntar e fazer uma rebelião aqui na cozinha? Quando ela acordar amanhã, vamos cair no chão e nos quebrar ou não funcionar, assim ela vai ver só como é bom sermos usados ao bel prazer.






Festival de Inverno

  Vamos brincar com a Chica  Festival de Inverno é momento surungo.