No metrô, encontrei um influencer, queria fotografar a roseira na janela, foi cabuloso, inconveniente, quase se debruçou sobre mim para alcançar a janela. Afinal ela estava numa biboca, eu a apreciava de longe, meu olhar contemplativo a alcançava bem. Já o sem noção do influenciador, queria material para trabalho e não se dava o desfrute de simplesmente admirar a beleza daquele jardim ao longe.
Por ora, minha espiritualidade vai sendo acendida ao passar pela Prainha e ver a imagem de São Pedro não submersa, a cada dia que por lá vou.
Espero nunca ver uma imagem como a de abaixo...
Seria uma memória de cidade que um dia existiu e, por uma tragédia, não existe mais...
Em todo caso, é bom apreciar e agradecer por não ter por aqui, nada inundado ou soterrrado, pois é triste demais ver, nos noticiários, tragédias em cima de tragédias.