Participo da iniciativa da amiga Campirela
Sinto o peso da inutilidade,
Sou uma mulher da bondade.
Näo me entrego à indiferença,
Prefiro esperar pela bonança.
É cruel ser desprezada, anulada
Ao destino da invisibilidade, amuada.
Ofegante, a lamúria, o pesar, a dor
Invade o âmago no sofrido desamor.



















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